Entenda a importância de se ter iniciativa

Em um ambiente corporativo podemos encontrar diferentes formas de iniciativa por parte dos colaboradores. Aqueles que fazem questão de serem os primeiros a se pronunciarem em uma reunião para solucionar o problema, temos aqueles que até se pronunciam, mas sempre em conjunto ou com aval de mais alguém, aqueles que até tem iniciativa imediata, mas que não sabem como proceder depois disso e até aqueles que são apenas curiosos em saber o que será feito.

A grande verdade é que todos esses comportamentos fazem parte de uma forma de iniciativa, que muitas vezes pode causar o sucesso e ou o fracasso de uma gestão. De nada vale ter iniciativa, se não se tem “ACABATIVA”.

A pergunta é em que tipo de colaborador você se encaixa? Aquele que toma a iniciativa e envolve as outras pessoas para de fato resolver um problema, ou que apesar de ter iniciativa, espera que as pessoas o envolvam?

A pessoa que têm iniciativa em geral fazem as coisas acontecerem, criam soluções para os problemas, são capazes de se anteciparem aos fatos, a pessoa com iniciativa é no fundo uma grande reivindicadora, as crianças são grandes reivindicadoras porque sabem que existe um potencial de conseguir o que se deseja.

Quando um colaborador com iniciativa se propõe a resolver ele está focado no potencial, ele vê um passo a frente, vem acompanhada do como chegar lá, o que era problema passa para outro nível se tornando sugestão.

Para desenvolver a iniciativa deve-se primeiro eliminar a procrastinação, não há mais tempo nos dias de hoje para deixar para depois.

Estamos vivendo em um momento em que a iniciativa vem acompanhada do que chamo de estado de “sivirança”, que nada mais é saber encontrar uma nova forma de agir perante o problema que aparece, adaptar-se e inovar.

As empresas buscam hoje colaboradores que apesar de sua formação acadêmica, tenham como característica a iniciativa na forma de agir e pensar de forma rápida, de pessoas que tenham firmeza em suas decisões, que não tenham medo de se posicionar criando formas para e oportunidades e lucros para empresa.

E se você é uma daquelas pessoas que ainda não desenvolveu esta característica segue aqui algumas dicas para você sair de onde está:

– Autoconfiança e Autocontrole

Autocontrole está diretamente ligado à sua vontade, é preciso que haja um equilíbrio entre estas duas características de nada vale você ter vontade de fazer ou solucionar algo se a sua ansiedade e seus medos não permitem que você ao menos levante a mão ou se posicione na organização onde trabalha.

Trabalhar o autocontrole é determinante para demonstrar a sua autoconfiança, para desenvolver isso comece criando pequenas metas que você consiga realizar com certa facilidade aos poucos irá notar que os resultados lhe trarão mais confiança, menos medo e menos ansiedade e gradativamente isso fará parte da sua iniciativa.

– Relacionamento com as pessoas

O maior erro é achar que podemos fazer tudo sozinho ainda mais quando estamos falando do mundo corporativo.

Procurar entender como as pessoas a sua volta podem lhe ajudar e agregarem para a solução de algo é fundamental. Envolva as pessoas, busque mais informações, a união de competências transforma problema em soluções rápidas.

– Tenha cuidado com o tempo

O tempo pode ser um grande aliado quando se uni competências, mas pode se tornar um grande vilão.

A iniciativa tem que ter foco, não adianta gastar tempo falando sobre o que o que não foi feito, o exercício aqui é trabalhar o autocontrole junto com a autoconfiança, o relacionamento com as pessoas para criar credibilidade e competência para todos os envolvidos.

E como diz Orlando Pavani Júnior em seu livro as 30 Leis do Olho de Tigre “É melhor uma decisão errada, por alguém que tomou iniciativa e se caracterizou como Líder (e cuja decisão protegeu os demais e sacrificou-se a si mesmo) do que a ausência de uma decisão.

 Pense nisso!

Márcia Pavani – Facilitadora Master Olho de Tigre