Nova Introdução do livro: AS 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE

Antes de navegarmos pelas páginas do livro “30 LEIS DO OLHO DE TIGRE”, é importante explicarmos os motivos que justificaram a escrita desta obra, a importância de oportunizá-la a todas as pessoas, especialmente às interessadas em melhorar seu comportamento em relação aos diversos dilemas que a vida impõe. Vamos então aos motivos para produzir tudo isto para você.

O PORQUE DO NOME

Primeiramente, deixe-me explicar porque adotamos o termo OLHO DE TIGRE depois das 30 LEIS. Na verdade, o termo mais adequado seria a palavra CÓSMICA (As 30 Leis Cósmicas), pois, se consultar um dicionário constatará que o significado remete ao conceito de “raios cósmicos”, de irradiação complexa, de grande energia, que procede dos espaços intersiderais, e a qual, atravessando a atmosfera, produz a ionização do ar em consequência do arrancamento dos elétrons aos átomos. Alinhado a esta perspectiva e ainda corroborando com o conceito de umas das próprias LEIS, a oitava especificamente (LEI DO MASTER MIND), não há nada mais CÓSMICO do que o conteúdo que este livro se propõe a introduzir (sim, é apenas uma introdução, porque as possibilidades de aprofundamento são realmente infinitas). Sendo assim, não havia encontrado nenhuma outra palavra que definisse melhor estas 30 abordagens que reservei para você, uma abordagem de grande energia e que tem o PODER de mudar muitas coisas em sua existência.

Se isto é sabido, deve estar me perguntando por que não colocamos então a palavra CÓSMICA depois das 30 LEIS e a suprimimos do título desta obra adotando AS 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE? A resposta é simplesmente porque, depois de uma breve sondagem, descobrimos que muitas pessoas acabam associando este termo (Cósmico) a circunstâncias diferentes da exposição técnica destacada acima e acabam confundindo com conceitos errôneos e conexos a ideias relacionadas a planetas, energia telúrica, enfim, ideias que não seriam adequadas. Desta forma, apenas incluímos a palavra CÓSMICA aqui nesta abordagem introdutória, mas a retiramos do título formal da obra.

Então, deve estar me perguntando novamente: por que a adoção do termo OLHO DE TIGRE em substituição a palavra CÓSMICA?

Vamos então a mais esta explicação. Desde muito tempo, por volta de 1993, quando comecei a lecionar em cursos de graduação, sempre considerei minhas disciplinas um conteúdo com começo, meio e fim, como se fossem um curso aberto dirigido ao mercado de profissionais. Dessa forma, eu sempre conduzia as minhas aulas com a expectativa de que meus alunos realmente desejassem frequentá-las e não simplesmente tivessem a obrigação de ir nas aulas apenas para não receber faltas, o que exigia de minha parte um esforço bastante expressivo para tornar cada aula um evento único, inesquecível e dotado de grande potencial para realmente mudar a forma com que o aluno percebesse os conceitos tratados em sala de aula. Isso deu tão certo que eu normalmente tinha de 10% a 20% a mais dos alunos matriculados em sala de aula, uma vez que os próprios traziam seus convidados (amigos, irmãos, pais, etc.) para assistir minhas aulas. Era simplesmente incrível e motivo de grande satisfação para mim este tipo de atividade que executei por mais de 15 anos. Ao final de cada turma, eu fazia a “formatura da disciplina” (num local externo da sala de aula e com pompa de formatura mesmo, com convidados e tudo) e para cada aluno eu entregava um presente de grande valia para mim, que era a GEMA OLHO DE TIGRE. Nos mais de 15 anos que atuei como docente, dei milhares de pedras OLHO DE TIGRE para meus queridos(as) alunos e alunas.

Escolhi a GEMA OLHO DE TIGRE para presentear meus alunos porque esta gema tem diversos significados que sempre tiveram grande conexão com minha forma de pensar e de agir, além de ajudar cada um deles a reconhecer seus infinitos recursos internos e utilizá-los para a realização de todos os seus sonhos. Em resumo, trata-se de uma gema com as seguintes características básicas (fonte: Prevenção e Cura com Pedras; Karl Stark e Werner E. Meier; 2ª edição; Ed. Robafim):

  • Grupo – Quartzo;
  • Dureza – 7;
  • Materiais de Origem – Silicato, dióxido com ferro, enxofre, manganês, traços de cromo;
  • Coloração – Amarelo-dourado até marrom-dourado, marrom até marrom-enegrecido, opaco;
  • Locais onde é encontrada – África do Sul, Austrália, Burma, EUA e Índia;
  • Crenças e Mitos – As origens da gema OLHO DE TIGRE remontam há muitos anos. Os árabes e os gregos acreditavam que o OLHO DE TIGRE fazia com que o seu portador tivesse um temperamento leve e lhe aguçava os sentidos. Ele protegia contra influências negativas e fortalecia as amizades. É utilizada como pedra de proteção e cura;
  • Efeitos terapêuticos para o corpo – O OLHO DE TIGRE tem propriedades muito curativas sobre a cabeça, fortalece o cérebro. Também é responsável pela coordenação dos movimentos do nosso corpo e fortalece o sistema nervoso vegetativo. O OLHO DE TIGRE tem propriedades especialmente curativas sobre os ossos, as juntas e o metabolismo;
  • Indicado para – Doenças nervosas, inflamações de nervos, mania de perseguição, efeitos terapêuticos sobre os ossos, reumatismo das juntas, lumbago, estabiliza a troca de tecidos, fortalece o fígado, minora problemas de asma, falta de ar, alergias, olhos, brônquios e plexo solar;
  • Efeitos terapêuticos para a psique – O OLHO DE TIGRE dá mais segurança no trato de assuntos financeiros e protege contra fraudes. É difícil passar para trás as pessoas que trazem em seu corpo a gema do OLHO DE TIGRE, trazendo à pessoa que o porta mais calor familiar e equilíbrio. Em relação a aspectos de meditação e mindfulness, desenvolve poderosas ondas (vide LEI DO MASTER MIND) que, mediante a sua colocação sobre o plexo solar, penetra muito fundo sobre nós, harmonizando as nossas necessidades. Contribui para a ordenação de nossos pensamentos e desejos, fortalecendo nossa autoconfiança e sensação de valor próprio;
  • Indicado para – Senso de equilíbrio, capacidade de iniciativa, eleva a capacidade de raciocínio, por exemplo, no caso de exames universitários. Relaxamento, harmonia, capacidade de assumir compromissos, confiança;
  • Formas existentes – Pedra bruta, lapidada, pingente e cordão;
  • Signo – O OLHO DE TIGRE é a pedra de sorte do signo de Gêmeos.

Além da própria gema OLHO DE TIGRE, a motivação principal da adoção do termo OLHO DE TIGRE como título do livro e como nome de nossa empresa foi a própria aura que do animal TIGRE DE BENGALA (também conhecido como Tigre Indiano devido à sua presença em Bengala ocidental, próxima ao Golfo de Bengala) também foi uma forte inspiração para fazermos associações.

O Tigre de Bengala, e a alusão frequente com que fazem referência a seus OLHOS e OLHAR (inspiração para dar nome à própria gema, dada a semelhança de sua coloração), justifica-se pela característica de caçarem absolutamente sozinhos e a forma com que emboscam suas presas, dominando-as a partir de qualquer ângulo, usando seu tamanho corporal e força para derrubar a presa, desequilibrando-a. Nenhum outro predador terrestre vivo enfrenta presas de tamanho superior a uma tonelada totalmente sozinho, caracterizando assim sua reputação de força e instinto corajoso.

Devido a tantas alusões do OLHO de TIGRE, não apenas utilizaria esta gema (para presentear 100% de nossos alunos) como também a própria imagem do Tigre de Bengala (dada sua força e coragem), não poderia adotar nome diferente para a minha própria empresa especializada em comportamento humano e cultura organizacional: A OLHO DE TIGRE Consultoria e Treinamento Ltda.

Acho que esgotamos assim as explicações que justificam o nome de nosso livro (e até de nossa empresa) e da sigla OT (de Olho de Tigre) que utilizamos frequentemente em nossas comunicações. Vamos então às questões introdutórias seguintes.

PORQUE LER ESTE LIVRO OU APLICAR ESTAS 30 LEIS E QUAIS OS RESULTADOS DEVO ESPERAR

Uma das perguntas que mais aparecem em minhas aparições públicas, palestras e até em reuniões mais privadas e sociais é a seguinte: Por que, quais os motivos e quais os resultados esperados que levam as pessoas a procurar o MOTDH – Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano?

A resposta é relativamente complexa e exige uma abordagem relevante. Essa resposta nos fez, inclusive, rever completamente nossa estratégia de operação, não somente da Olho de Tigre (www.olhodetigre.com.br – fundada em 2000) como também da Gauss Consulting Group (www.gaussconsulting.com.br – fundada em 1990, 10 anos antes).

Como sabem alguns que me acompanham, minha trajetória profissional sempre foi (desde antes de 1990, quando ainda atuava no mercado de trabalho em organizações privadas em funções relacionadas à aplicação da estatística interpretacional), relacionada à Excelência de Gestão como meio preponderante para a Transformação das Organizações nos mais diversos níveis de profundidade. Em 1990 especificamente, decidi não mais me dedicar ao mercado de trabalho via CLT, como funcionário, e empreender meus próprios negócios.

Comecei então vendendo às empresas (públicas, privadas e do terceiro setor) meus conhecimentos eminentemente relacionados à gestão, uma vez que minha formação acadêmica sempre foi preponderantemente alinhada a esta premissa. Nesta perspectiva, ministrava cursos e prestava serviços de consultoria em técnicas como:

  • CEP (Controle Estatístico do Processo) e suas aplicações no processo decisório;
  • Metodologia Taguchi / Shainin de Análise de Experimentos para pesquisa e Desenvolvimento;
  • Seis Sigma / Lean Manufacturing;
  • Normas de Sistemas de Gestão da Qualidade (ISO 9000 / TL 9000 específica para o setor de telecomunicações / TS 16949 específico para o setor automotivo / ISO 22000 específica para o setor de alimentos / CQH específico para o setor hospitalar / NBR 14919 específico para o setor farmacêutico / NBR 25000 específica para a administração municipal e prefeituras / QUALINSTAL específico para o setor de instalações industriais / SASSMAQ específica para o setor de transportes, entre outros);
  • Normas de Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14000);
  • Normas de Sistemas de Segurança e Saúde Ocupacional (OHSAS 18000 / ISO 45000);
  • Normas de Sistemas de Responsabilidade Social (SA 8000 / ISO 26000 / ISO 16000);
  • Normas de Sistemas de Gestão de Riscos Organizacionais (ISO 31000);
  • Critérios de Excelência do MEG – Modelo de Excelência em Gestão (FNQ / GESPÚBLICA);
  • Arquitetura Estratégica Organizacional;
  • Definição do Modelo de Operação – CANVAS;
  • Gerenciamento por Indicadores – BSC;
  • Mapeamento e Gestão por Processos – BPM (inclusive tendo escrito um livro com nome idêntico pela M. Books, adotado como livro referência para a disciplina de Gestão por Processos em diversas universidades);
  • Gestão de Vendas Complexas / Consultivas;
  • Entre outros.

Em relação às temáticas citadas acima, sempre fui reconhecido como um profissional de ponta ou com algum reconhecimento e nossa empresa (www.gaussconsulting.com.br) sempre foi uma das referências no Brasil. Mas foi exatamente nesta perspectiva que se justifica um incômodo pessoal, que desde 1995 (portanto quando a Gauss Consulting Group tinha apenas 5 anos de vida) me gerou uma reflexão divisora de águas.

Minha indignação não se fincava no questionamento da excelência de meus treinamentos técnicos e/ou projetos de consultoria, uma vez que meus cursos sempre foram muito bem avaliados, com mais de 97% de satisfação e quase nenhum fator de insatisfação, e meus projetos de consultoria serem também muito bem avaliados. Minha indignação era exatamente na eficácia parcial em meus projetos de consultoria (embora meu cliente não percebesse isso da forma como eu percebia) e na efetividade na implementação de longo prazo das técnicas que ensinava em meus cursos técnicos relativos a gestão.

Em realidade, eram poucos os projetos que, depois de 1 ou 2 anos, as técnicas estavam realmente fazendo parte da rotina organizacional. E o que me mais me intrigava era que o cliente não tabulava o retorno sobre os investimentos na consultoria com o pragmatismo que eu mesmo esperava, ou seja, ele não se incomodava de ter aprendido algo e não o ter implementado com resultados a serem compartilhados com todas as partes interessadas.

Em síntese, problemas que me escapavam da compreensão: simplesmente as pessoas não priorizavam as implementações daquilo que haviam aprendido. O problema era eminentemente comportamental, pois todas as pessoas estavam, com sobras, absolutamente capacitadas sob o ponto de vista técnico e até acadêmico. De lá para cá, cada vez com mais intensidade, tenho constatado que as capacitações acadêmicas e técnicas, quando lacunares (cada vez com menor incidência), são resolvidas com brevidade, pois contam com cronogramas estabelecido pelas áreas de RH, mas as capacitações comportamentais, infelizmente, não são focos de preocupação das pessoas (nem tampouco das áreas de RH) e são tratados de forma intempestiva e até irresponsável.

A partir de todo este contexto é que abri minha segunda empresa, a Olho de Tigre Consultoria e Treinamento Ltda., cuja origem do nome já detalhei anteriormente, que estabeleceu como missão desenvolvimento do Comportamento Empreendedor e Protagonista, promovendo experiências que oportunizem melhoria de resultados das equipes e das pessoas em ambiências que estejam migrando para um pressuposto holacrático. O MOTDH – Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano foi desenvolvido a partir de meus estudos (e dos estudos de outras pessoas de nossa equipe) desde 1995, em técnicas preponderantemente de cunho neurológico (e não somente psicológico), a saber:

  • Método SILVA de Controle Mental;
  • Constelações Organizacionais e Familiares;
  • Programação Neurolinguística – PNL;
  • Emotologia e Emotopedia;
  • Análise Transacional – AT;
  • Aprendizagem Acelerativa e Alternativa (Photo Reading);
  • Dianética;
  • Neurociências e Física Quântica;
  • Eneagrama;
  • Processo Hoffman da Quadrinidade e SAT;
  • Tipos de Inteligência
  • Numerologia Pitagórica;
  • Medicina Comportamental/Terapia Cognitivo Comportamental;
  • Coaching / Mentoring;
  • Entre outros.

Sabido tudo isso, ou seja, dado o contexto histórico sobre meus estudos e minhas pesquisas nesses dois ramos de conhecimento (excelência da gestão e ciências do comportamento), surge um tema que constituiu um dilema relevante para nossas operações na Olho de Tigre: Que tipo de resultados nossas intervenções contidas no MOTDH e na TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental sugerem?

Claro que nossa origem é conquistar mudanças de comportamentos que possam desembocar na efetiva implementação dos grandes paradigmas que a excelência de gestão impõe e que o comportamento empreendedor e protagonista sugere para resolver questões vitais de nosso país. Se formos responder de forma pragmática e histórica, eu diria que nosso principal objetivo era a simples garantia de que as melhores práticas de gestão (todas muito paradigmáticas por conta da necessidade de modelos mentais totalmente diferentes dos atuais) seriam efetivamente implementadas, principalmente nas organizações que as próprias pessoas que participariam de nossas intervenções abririam a partir de emergir seu comportamento empreendedor ou assumindo o protagonismo da execução da mudança onde quer que estivessem. Entretanto, a partir do tempo passando, descobrimos que os resultados extrapolavam, e muito, esta simples abordagem empresarial e capitalista.

Descobrimos que pessoas melhores, tios/tias melhores, maridos/ esposas melhores, filhos/filhas melhores, pais/mães melhores, donos/ donas de cães melhores (comportamentalmente falando) são a única forma de fazer líderes, empreendedores e protagonistas melhores como condutores da transformação do mundo e das empresas. E descobrimos também, infelizmente, que o investimento dessas pessoas em desenvolvimento COMPORTAMENTAL é zero, ou quase zero, ao longo da vida economicamente ativa de um ser humano. Um profissional bem-sucedido investe em média, ao longo de sua vida, cerca de R$ 300.000,00 para se capacitar academicamente (nível fundamental, médio e superior) e cursos técnicos específicos à profissão escolhida. Nada disso se refere ao desenvolvimento comportamental. O resultado é: LÍDERES E/OU EMPREENDEDORES E/OU PROTAGONISTAS TECNICAMENTE BRILHANTES, MAS COMPORTAMENTALMENTE MEDÍOCRES (ou até canalhas em alguns casos).

A Universidade de Harvard constatou que seus alunos do curso de Administração de Empresas eram muito bem preparados sob o ponto de vista conceitual e técnico, mas tinham sérias lacunas emocionais causadas preponderantemente pelas relações com os pais (na infância). A partir disso, foi escolhida uma das formações que eu mesmo me submeti, o Processo Hoffman da Quadrinidade (desenvolvido por Bob Hoffman que era discípulo de Cláudio Naranjo), para que os seus melhores alunos se submetessem ao referido curso. Esse é um dos principais indícios que o desenvolvimento humano precisa ser encarado com ênfase e urgência.

NOSSA PRINCIPAL DIFERENCIAÇÃO: PROMETEMOS “PLENITUDE” PARA EMPREENDEDORES E PROTAGONISTAS (DE FORMA ECUMÊNICA E SEM SENSACIONALISMO) NUMA AMBIÊNCIA ORGANIZACIONAL QUE MIGRA PARA UMA DINAMIZAÇÃO HOLACRÁTICA

Para complementar essas fundamentações, nossa equipe discutiu muito qual seria a “promessa” de nossas intervenções comportamentais sem que nos misturassem com as propostas superficiais, efêmeras e até fúteis (para não rotular como charlatanismo, irresponsabilidade ou mero oportunismo) tão frequentes no mercado.

Os termos utilizados pelo mercado como PROMESSA sempre são relacionados a SUCESSO, FELICIDADE, AUTOAJUDA, SUPERAÇÃO DE LIMITES, LIBERTAÇÃO, ENRIQUECIMENTO FINANCEIRO, etc. O grande argumento e promessa de empresas que concorrem com a Olho de Tigre, algumas até mais antigas do que a nossa, utilizam essas palavras-chave como “arma” de marketing, mas carecem de “alma” sincera e fundamentada sob o ponto de vista acadêmico e científico, o que sempre foi nossa  principal premissa.

Entendo que o conceito de “concorrente” não é aquele que faz algo melhor ou igual a nós, mas aquele que “rouba” o nosso pedido, fazendo ou não a mesma coisa que nós. Nessa premissa, apenas como um exemplo ilustrativo, um BUFFET DE FESTA INFANTIL concorre diretamente com o COMPLEXO DISNEY, mesmo que com propostas completamente diferentes entre si, pois a escolha dos pais com certeza levará em conta as duas alternativas para se gastar o mesmo dinheiro.

Sei também que devemos fazer o que o cliente deseja, mas que muitas vezes o desejo do cliente é efêmero, questionável e até indecente. Em linhas gerais, o cliente quer ser emagrecido e não fazer por merecer o emagrecimento, por isso é que vendem tanto as inúmeras promessas de emagrecimento fácil, embora totalmente questionáveis.

É por essas e outras que sempre foi um dilema para eu me render ao mercado como ele é ou manter-me desconectado deste mundo e fazer algo realmente diferenciado. Optei definitivamente por não fazer o que todos fazem com promessas vazias e depoimentos forçados. Sempre desejei SER UMA ALTERNATIVA a tudo isso e, portanto, justifico abaixo os motivos que me fizeram NÃO adotar quaisquer palavras que o mercado adota com fartura:

  • SUCESSO é uma palavra de apelo capitalista e não atinge todas as pessoas da mesma forma, uma vez que o conceito de sucesso depende da perspectiva e da referência que cada pessoa teve ao longo de sua vida. Esta palavra é tão comum e tão utilizada de maneira fútil, que utilizá-la também, mesmo que da forma correta, nos iria remeter a abordagens menos técnicas e sustentadas;
  • FELICIDADE é outra palavra tão contingencial que simplesmente não pode ser definida com pragmatismo, sendo um conceito potencialmente muito diferente de pessoa para pessoa e ainda existe um tipo de FELICIDADE que simplesmente devemos evitar que é a FELICIDADE FUGITIVA, conceito que explicamos detalhadamente numa das videoaulas do CAC – Curso de Autoanálise Comportamental e que consiste num tipo de felicidade que simplesmente valoriza fugir de tudo que nos é desconfortável, estimulando assim um perfil de pessoas “mimadas” e que não lidam bem com nada que seja frustrante, uma realidade que a vida com certeza vai nos impor em algum momento;
  • AUTOAJUDA é um termo que, em síntese, é absolutamente tudo se considerarmos que qualquer tipo de literatura tem como objetivo ajudar alguém em alguma área do conhecimento. O termo AUTOAJUDA em inglês passa a ideia de que representa qualquer literatura que possa substituir a intervenção terapêutica mais particular e personalizada. Como nossa abordagem é completamente contra isso, ou seja, este livro é introdutório e jamais substituirá as intervenções treinamentosas, teóricas e vivenciais, que constituem nosso MOTDH – Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano com a TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental (CAC + CDC + PIC + OLP), além de outras abordagens, às vezes até tratamentosas (envolvendo atendimento médico propriamente dito). Dessa forma, embora o termo seja muito utilizado, e provavelmente este livro esteja armazenado na prateleira de autoajuda das livrarias, é altamente inadequado;
  • O termo SUPERAÇÃO DE LIMITES remete àqueles treinamentos onde as pessoas passam por brasas quentes (que qualquer pessoa passaria sem qualquer preparo prévio, dada a velocidade utilizada), quebram madeiras (que qualquer pessoa quebraria dado o preparo especial das tábuas padrão utilizadas), pulam de altas alturas, utilizam abordagens outdoor, comem alimentos exóticos, sobrevivem a circunstâncias de selva, etc. Como simplesmente não utilizamos nada disso, embora façamos as pessoas superarem limites muito maiores que estes, mas sem utilizar destas prerrogativas enganosas, essa terminologia não nos representa em absolutamente nenhum aspecto, portanto também altamente inadequada.

Nossa perspectiva tinha que ser diferente e, principalmente, que não se misturasse com esta superficialidade toda existente no mercado. Um filme que representa bem esta superficialidade é O AMOR ACONTECE (Burke Ryan – Aaron Eckhart – é um escritor viúvo, autor de um livro sobre como lidar com as perdas. Seu trabalho logo se torna um best-seller, o que o torna uma espécie de guru da autoajuda, e em uma viagem a negócios para Seattle, ele conhece Eloise Chandler – Jennifer Aniston – e por ela se apaixona, só que, ao assistir o seminário de Burke, ela percebe que na verdade ele ainda não conseguiu superar a morte da esposa e vende ilusões) que tem até um final mais sincero, mas que não representa em nenhum aspecto nossa abordagem e nossa missão.Inicialmente a palavra que nos restou para utilizar como promessa era LIBERTAÇÃO, mas confundia-se agora com as iniciativas eminentemente religiosas e conflitava com uma de nossas premissas que sempre foi o ecumenismo de nossas intervenções.

Tomamos tanto cuidado com isso que evitamos o uso da palavra DEUS em qualquer texto oficial de nossas intervenções, assegurando assim que quaisquer pessoas com denominações religiosas diferentes pudessem perfeitamente participar de nossas intervenções, numa mesma turma, sem nenhum tipo de problema ou constrangimento. Nossa abordagem musical, por exemplo é dotada de alta tecnicidade e embasamento acadêmico (quem conduz toda nossa trilha sonora é um profissional com doutorado em música e regência) e não utiliza qualquer referência sonora que tenha sido formalmente utilizada em algum ritual religioso, pois caracterizaria uma tendência que não queremos participar. Nossa abordagem musical obedece a fundamentos muito sofisticados e se configura como um de nossos grandes diferenciais. Sendo assim, a palavra LIBERTAÇÃO estava descartada também, embora fosse bastante adequada se todos a interpretassem com a base científica que nos suporta.

A partir de então, a palavra que emergiu, depois de muita pesquisa e rigor, foi PLENITUDE. Ela carrega perfeitamente nossa missão e abordagem eminentemente científica com foco em neurociências e neurologia (medicina comportamental é o termo mais abrangente). A palavra PLENITUDE representa que, tão importante que chegar a algum lugar, talvez até mais importante seja simplesmente percorrer o percurso para chegar lá vivendo cada segundo a trajetória. A PLENITUDE assegura todas as demais palavras e caracteriza que o percurso PRECISA ser percorrido integralmente, com paciência e disciplina, sem pular absolutamente nada. O conceito de PLENITUDE CONSILIENTE é:

O importante é ser/estar PLENO (não simplesmente feliz). A felicidade está longe, muito longe mesmo, de ser a melhor palavra para representar o estado máximo do bem-estar ou estar-bem. Até se consegue a efêmera felicidade ganhando dinheiro ou poder (mesmo que por meios ilícitos) ou ainda priorizando a família ou a religião em detrimento ao trabalho (ou vice-versa), mas somente a PLENITUDE assegura uma espécie de paz interior independentemente do nível de poder alcançado, independentemente do nível de riqueza econômico armazenado, independentemente da escolha da “muleta” a quem deposita-se a responsabilidade pelas coisas boas (ou más) que possa acontecer, independentemente do nível de regozijo pelas férias ou passeio tão sonhados, independentemente do casamento perfeito, enfim, independentemente da efetivação de todos os seus objetivos. Vive a PLENITUDE aquele que atingiu um nível de sabedoria (não o mero conhecimento sem aplicação) que faz com que o modelo de felicidade imposto (pelos outros e por você próprio) não seja sequer mais necessário. A PLENITUDE assegura que tudo está bem, sempre, independentemente de os resultados serem ou não alcançados, porque valoriza a contínua busca e não o cômodo encontramento. Enfim, a felicidade impõe condições, a PLENITUDE jamais.

As 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE que integram esta literatura contribuem à conquista da PLENITUDE nas mais diversas ambiências (pessoal, profissional, social, familiar, financeira, etc.) e guardam a possibilidade de encorajar as pessoas a empreenderem onde quer que estejam, seja na sua própria empresa ou como gestor de processos (ou de departamentos) de empresas que não sejam de sua propriedade, mas assegurando “visão de dono” onde quer que atue, assumindo o protagonismo em tudo, absolutamente tudo, que faz (ou empreende). Chamamo-las de LEIS e não de regras, tópicos, fatores, quesitos ou outros termos que poderiam ser considerados assemelhados, porque o significado de LEI é mais adequado para o conteúdo que está sendo compartilhado aqui.

Gramaticalmente, LEI é um substantivo feminino que defende um princípio, um preceito, uma norma, criada para estabelecer regras que devem ser seguidas, uma espécie de ordem (do Latim “lex” que significa “lei” – uma obrigação imposta). No sentido científico, lei é uma regra que estabelece uma relação constante entre fenômenos ou entre fases de um só fenômeno. Através de observação sistemática, a lei descreve um fenômeno que ocorre com certa regularidade, associando as relações de causa e efeito, como, por exemplo, a Lei de Gravitação Universal ou a Lei de Ação e Reação, determinadas por Isaac Newton.

O MOTDH – Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano e a TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental (com certificação DHBI)

Durante todo o processo de criação do treinamento vivencial de imersão de 3 dias que chamamos hoje de PIC – Programa de Inteligência Comportamental, balizamo-nos como fonte inspiradora no livro A LEI DO TRIUNFO. Esta literatura foi escrita, por Napoleon Hill, há muitas décadas e, apesar do tempo, traz em suas páginas conceitos atualíssimos e de forte aplicação para o “sucesso” de quem os seguem. Napoleon Hill nasceu em um momento turbulento e em mutação, no dia 26 de outubro de 1883, primogênito de Sara e James Hill, de Wise County, Virgínia. Ocasião em que a América consolidava sua expansão e as atenções da nação voltavam-se para a Costa Leste, onde o poder passava da riqueza antiga e da aristocracia proprietária de terras para uma nova geração de magnatas capitalistas, resolvidos a construir impérios na indústria e no comércio. As décadas de 1880 e 1890, no entanto, constituíram também um período em que o “Sonho Americano” floresceria mais brilhante e mais visível do que nunca, inspirado por uma torrente incessante de homens comuns que subiam para posições de poder e riqueza. Entre os mais famosos, destacava-se Thomas Edison, cuja estatura e riqueza como inventor já se encontravam firmemente consolidadas. Outro famoso exemplo foi Andrew Carnegie, um imigrante pobre que se tornara milionário, arriscando, em 1873, uma riqueza arduamente ganha em uma pequena empresa, numa indústria que estava apenas começando. Tal como outros milhões de americanos nascidos no seio de uma família de meios modestos ou pobres, Hill estava destinado a admirar com paixão figuras como: Edison, Carnegie, Henry Ford e dezenas de outros homens que venceram por mérito próprio. Ele seria consumido pela atração por indivíduos que haviam vencido e sonharia em conhecer esses gigantes, impressioná-los e receber deles a sabedoria que os levara a inacreditáveis feitos. Mas ao contrário da maioria desses outros milhões de admiradores e curiosos, Napoleon Hill estava destinado a transformar o sonho em realidade. Ele não só conheceria e impressionaria os grandes realizadores – dezenas deles – mas passaria toda sua vida adulta extraindo deles seus segredos e divulgando-os pelo mundo. Cerca de 16 mil pessoas de todas as classes sociais foram ouvidas por Napoleon Hill. Dentre eles, comerciantes, donas de casa, advogados, bancários, engenheiros, médicos, corretores, operários, professores, fazendeiros, ferroviários, gente de todas as profissões foi por ele ouvida e analisada no intuito de reunir todos os elementos que levaram estas pessoas tanto ao sucesso como ao fracasso. Dessas 16 mil pessoas, 1.000 eram milionárias. Dessas 1.000 milionárias, ele selecionou 500 pessoas que, além de terem dinheiro, gozavam de boa saúde, alegria, prestígio, entre outras características. Todos os fatos importantes reunidos nessas análises foram cuidadosamente organizados para posteriormente serem divulgados em “A Lei do Triunfo”. Antes de serem dados à publicidade, os manuscritos foram submetidos a banqueiros, comerciantes e professores universitários, por conseguinte, homens capazes de, pelo seu espírito eminentemente prático e grau de cultura adequada para analisá-los e criticá-los. Duas importantes universidades examinaram-no atentamente com a finalidade de corrigir ou eliminar as declarações que parecessem sem base. Nem uma única modificação foi proposta.

A importância desta obra foi amplamente considerada na construção destas 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE que aqui veremos profundamente. Portanto, acreditamos ser de fundamental importância que nosso leitor considere também esta obra como uma das principais bibliografias para tornar-se uma dentre suas literaturas de cabeceira.

Quando ampliamos o PIC e desenvolvemos o MOTDH – Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano e a TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental era momento de complementar as LEIS DO TRIUNFO de Napoleon Hill com nossa experiência, lidando com o tema Desenvolvimento Humano desde 1995. Neste período, tivemos contato com diversos outros mecanismos complementares que podem ser hoje considerados LEIS UNIVERSAIS e que PRECISAM ser “compreendidas” tanto no nível cognitivo / intelectual, mas também e principalmente “sentidas” no nível da memória muscular e sensorial mais subliminar e vivencial. Foi por conta deste aprendizado todo, que em essência foi fruto de estudo dedicado, é que desenvolvemos todos os conteúdos da Olho de Tigre Consultoria e Treinamento Ltda. (www.olhodetigre.com.br).

Desenvolvemos então nossa primeira iniciativa de conteúdo teórico por meio do CAC – Curso de Autoanálise Comportamental (https:// olhodetigre.com.br/curso_de_analise_comportamental/), que consiste num curso totalmente online (pela internet) dotado de diversas videoaulas contendo abordagens introdutórias sobre diversas técnicas que estudamos para suportar nossas dinâmicas de alto impacto e de inundação emocional nos treinamentos vivenciais de imersão (PIC e OT CORPORATE) e também em nossas atividades de Coaching, Mentoring e de Consultoria em Diagnóstico de Cultura Organizacional. Inicialmente disponibilizamos 11 videoaulas (desde 2015), mas, à medida que continuarmos nossos estudos, acrescentaremos mais videoaulas que estarão sempre disponíveis aos alunos que foram matriculados.

Foi depois do CAC que decidimos ampliar as 16 Leis do Triunfo para as 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE, que seriam trabalhadas em nosso novo PIC – Programa de Imersão em Inteligência Comportamental, um treinamento de 3 dias (das 00:01 horas de um sábado até 15:00 horas de uma segunda-feira) + 6 horas de conceitos técnicos (via aulas online). Trata-se da origem do MOTDH e configura a parte mais importante de nossa Trilha e que significa uma vivência de inundação emocional transformadora e indescritível.

Por tratar-se de conteúdo inovador e que também merecia algum aprofundamento teórico, surgiu então o curso que complementa este livro que está em suas mãos agora, em adição ao CAC e ao PIC.

Referimo-nos ao CDC – Curso de Desenvolvimento Comportamental (https://olhodetigre.com.br/curso-de-desenvolvimento-comportamental/), que consiste num curso totalmente online (pela internet) dotado de 30 videoaulas com explicações detalhadas de cada LEI contida neste livro com sua respectiva ARA (Atividade para Reflexão Ativa), um exercício prático para aplicação e reflexão aprofundada de cada lei.

Ainda como uma última etapa da TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental existe o que chamamos hoje de OLP – Oficina de Life Plan (Plano de Vida). A OLP consiste numa série de 8 encontros online comigo para construir seu PLANO DE VIDA completo, a partir de uma série de estruturas de pensamentos, templates e reflexões assistidas que permitirá a confecção de um DOCUMENTO que será utilizado como estrutura de priorização para todo o resta de sua vida. Em síntese um trabalho que poucas pessoas se dedicam, mas que poderá fazer toda a diferença na vida de qualquer “empreendedor” (seja de sua própria empresa ou no exercício do protagonismo na empresa de alguém).

É altamente recomendado você consolidar sua TFIC – Trilha de Formação em Inteligência Comportamental conferindo a si mesmo a chancela DHBI Declaration of Human Behavior Improvement, que nada mais é do que a evidência de que a pessoa enfrentou com êxito e completude as 4 intervenções da TFIC (PIC + CAC + CDC + OLP, na ordem que julgar mais adequada). Veja no link mais detalhes sobre a certificação DHBI: https://olhodetigre. com.br/dhbi-declaration-of-human-behavior-improvement/.

Enfim, as abordagens que apresentaremos a seguir são exatamente as abordagens conceituais das 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE, íntegra em videoaulas de nosso CDC – Curso de Desenvolvimento Comportamental, e não são meras sugestões. Portanto, segui-las adequadamente pode ter impactos significativos em sua existência. Pode ser que, com o tempo, estas 30 LEIS sejam complementadas por outras que eu venha a aprender futuramente. Entretanto, neste momento entendo que estas sejam as LEIS que efetivamente farão uma espetacular diferença em sua vida como empreendedor e/ou protagonista em sua ambiência que integra as exigências do século XXI (Holacracia). Devemos, no mínimo, refletir e aprender mais sobre estas 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE, pois, como foi mostrado, não foram meramente inventadas. São frutos de um profundo processo de investigação e experimentação. Considerá-las mero acaso seria um equívoco.