Felicidade ou plenitude, o que é mais importante para sua vida?

plenitude

Recentemente lancei meu mais recente livro focando exatamente na questão comportamental, uma jornada que travei desde 1993 quando descobri que a principal lacuna organizacional não estava centrada nas questões técnicas, mas preponderantemente nas questões de desenvolvimento comportamental. Este livro chama-se AS 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE, foi publicado pela Editora LITERARE BOOKS e encontra-se disponível nas melhores livrarias do Brasil, Europa, Japão e EUA. 

Primeiramente deixe-me explicar porque adotamos o termo OLHO DE TIGRE na frente das 30 LEIS. O termo mais adequado seria a palavra CÓSMICA, pois se consultar um dicionário constatará que o significado remete ao conceito de “raios cósmicos”, de irradiação complexa, de grande energia, que procede dos espaços intersiderais, e a qual, atravessando a atmosfera, produz a ionização do ar em consequência do arrancamento dos elétrons aos átomos. Alinhado a esta perspectiva e ainda corroborando o conceito de umas das próprias LEIS, a oitava especificamente (LEI DO MASTER MIND), não há nada mais CÓSMICO do que o conteúdo que este livro se propõe a introduzir (sim é apenas uma introdução, porque as possibilidades de aprofundamento são realmente infinitas). Sendo assim, não havia encontrado nenhuma outra palavra que definisse melhor estas 30 abordagens de grande energia e que tem o PODER de mudar muitas coisas em sua existência. Se isto é sabido, deve estar me perguntando porque não colocamos então a palavra CÓSMICA na frente das 30 LEIS e a suprimimos do título do livro? A resposta é simplesmente porque, depois de uma breve sondagem, muitas pessoas acabam associando este termo a circunstâncias diferentes da exposição técnica que eu adotei e conexas a idéias relacionadas a planetas, energia telúrica, enfim idéias que não seriam adequadas nem alinhadas com o que propus com a obra. 

Então, deve estar me perguntando novamente: porque a adoção do termo OLHO DE TIGRE?

Desde muito tempo, por volta de 1993 quando comecei a lecionar em cursos de graduação, sempre considerei minhas disciplinas um conteúdo com começo, meio e fim, como se fosse um curso aberto dirigido ao mercado de profissionais. Desta forma, eu sempre conduzia as minhas aulas com a expectativa de que meus alunos realmente desejassem frequenta-las e não simplesmente tivessem a obrigação de ir apenas para não receber faltas, o que exigia de minha parte um esforço bastante expressivo para tornar cada aula um evento único, inesquecível e dotado de grande potencial para realmente mudar a forma com que o aluno percebesse os conceitos tratados em sala de aula. Isto deu tão certo que eu normalmente tinha de 10 a 20% a mais dos alunos matriculados em sala de aula uma vez que os próprios traziam seus convidados (amigos, irmãos, pais, etc.) para assistir minhas aulas. Era simplesmente incrível e motivo de grande satisfação para mim este tipo de atividade que executei por mais de 15 anos. Ao final de cada turma eu fazia a “formatura da disciplina” (num local externo a sala de aula e com pompa de formatura mesmo, com convidados e tudo) e para cada aluno eu entregava um presente de grande valia para mim, que era a PEDRA OLHO DE TIGRE. Nos mais de 15 anos que atuei como docente dei milhares de pedras OLHO DE TIGRE para meus queridos alunos. Escolhi a PEDRA OLHO DE TIGRE para presentear meus alunos porque esta gema tem diversos significados que sempre tiveram grande conexão com minha forma de pensar e de agir além de ajudar cada um deles a reconhecer seus infinitos recursos internos e utilizá-los para a realização de todos os seus sonhos. Em resumo trata-se de uma pedra com as seguintes características básicas: Grupo – Quartzo; Dureza – 7;Materiais de Origem – Silicato, dióxido com ferro, enxofre, manganês, traços de cromo;Coloração – Amarelo-dourado até marrom-dourado, marrom até marrom-enegrecido, opaco;Locais onde é encontrada – África do Sul, Austrália, Burma, EUA e Índia; Crenças e Mitos – As origens da gema OLHO DE TIGRE remontam há muitos anos. Os árabes e os gregos acreditavam que o OLHO DE TIGRE fazia com que o seu portador tivesse um temperamento leve e lhe aguçava os sentidos. Ele protegia contra influências negativas e fortalecia as amizades. É utilizada como pedra de proteção e cura; Efeitos terapêuticos para o corpo – O OLHO DE TIGRE tem propriedades muito curativas sobre a cabeça, fortalece o cérebro; também é responsável pela coordenação dos movimentos do nosso corpo e fortalece o sistema nervoso vegetativo. O OLHO DE TIGRE tem propriedades especialmente curativas sobre os ossos, as juntas e o metabolismo; Indicado para – Doenças nervosas, inflamações de nervos, mania de perseguição, efeitos terapêuticos sobre os ossos, reumatismo das juntas, lumbago, estabiliza a troca de tecidos, fortalece o fígado, minora problemas de asma, falta de ar, alergias, olhos, brônquios e plexo solar;Efeitos terapêuticos para a psique – O OLHO DE TIGRE dá mais segurança no trato de assuntos financeiros e protege contra fraudes. É difícil passar para trás as pessoas que trazem em seu corpo a gema do OLHO DE TIGRE trazendo à pessoa que o porta mais calor familiar e equilíbrio. Em relação a aspectos de meditação e mindfulness, desenvolve poderosas ondas (vide LEI DO MASTER MIND) que, mediante a sua colocação sobre o plexo solar, penetra muito fundo sobre nós, harmonizando as nossas necessidades. Contribui para a ordenação de nossos pensamentos e desejos, fortalecendo nossa autoconfiança e sensação de valor próprio; Indicado para – Senso de equilíbrio, capacidade de iniciativa, eleva a capacidade de raciocínio, por exemplo, no caso de exames universitários. Relaxamento, harmonia, capacidade de assumir compromissos, confiança; Formas existentes – Pedra bruta, lapidada, pingente e cordão; Signo – O OLHO DE TIGRE é a pedra de sorte do signo de Gêmeos. 

Além da própria pedra OLHO DE TIGRE, a motivação principal da adoção do termo OLHO DE TIGRE, a própria aura que do animal TIGRE DE BENGALA (também conhecido como Tigre Indiano devido à sua presença em Bengala ocidental, próxima ao Golfo de Bengala) também foi uma forte motivação para fazermos associações.  O Tigre de Bengala, e a alusão frequente com fazem referência a seus OLHOS e OLHAR (inspiração para dar nome a própria gema, dada a semelhança de sua coloração), justifica-se pela característica de caçarem absolutamente sozinhos e a forma com que emboscam suas presas, dominando-os a partir de qualquer ângulo, usando seu tamanho corporal e força para derrubar a presa desequilibrando-a. Nenhum outro predador terrestre vivo enfrenta presas de tamanho superior a uma tonelada totalmente sozinhos, caracterizando assim sua reputação de força e instinto corajoso. Devido a tantas alusões do OLHO de TIGRE não apenas utilizaria esta pedra (para presentear 100% de nossos alunos) como também a própria imagem do Tigre de Bengala (dada sua força e coragem) não poderia adotar nome diferente para a minha própria empresa especializada em comportamento humano: A OLHO DE TIGRE – INTELIGÊNCIA COMPORTAMENTAL.

Acho que esgotamos assim as explicações que justificam o nome de nosso livro e até de nossa empresa e da sigla OT que utilizamos frequentemente em nossas comunicações. Vamos então as questões introdutórias seguintes. Uma das perguntas que mais aparecem em minhas aparições públicas, palestras e até em reuniões mais privadas e sociais é a seguinte: Porque, quais os motivos e quais os resultados esperados que levam as pessoas a procurar os treinamentos comportamentais da Olho de Tigre?

Esta resposta é relativamente complexa e exige uma abordagem que, por si só, já justificaria este artigo. Esta resposta nos fez, inclusive, rever completamente nossa estratégia de operação, não somente da Olho de Tigre – Inteligência Comportamental (www.olhodetigre.com.br – fundada no ano 2000) como também da Gauss Consulting Group (www.gaussconsulting.com.br – fundada em 1990, 10 anos antes).

Como sabem alguns que me acompanham, minha trajetória profissional sempre foi (desde antes de 1990, quando ainda atuava no mercado de trabalho em organizações privadas em funções relacionadas a aplicação da estatística interpretacional) relacionado a Excelência de Gestão como meio preponderante para a Transformação das Organizações nos mais diversos níveis de profundidade. Em 1990 especificamente decidi não mais me dedicar ao mercado de trabalho via CLT, como funcionário, e empreender meus próprios negócios. Comecei então vendendo às empresas (públicas, privadas e do terceiro setor) meus conhecimentos eminentemente relacionados a gestão, uma vez que minha formação acadêmica sempre foi alinhada a esta premissa. Nesta perspectiva ministrava cursos e prestava serviços de consultoria em técnicas como: CEP (Controle Estatístico do Processo) e suas aplicações no processo decisório;Metodologia Taguchi / Shainin de Análise de Experimentos para pesquisa e Desenvolvimento;Seis Sigmas / Lean Manufacturing; Normas de Sistemas de Gestão da Qualidade (ISO 9000 / TL 9000 específica para o setor de telecomunicações / TS 16949 específico para o setor automotivo / ISO 22000 específica para setor de alimentos / CQH específico para o setor hospitalar / NBR 14919 específico para o setor farmacêutico / NBR 25000 específica para administração municipal e prefeituras / QUALINSTAL específico para o setor de instalações industriais / SASSMAQ específica para o setor de transportes, entre outros);Normas de Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14000); Normas de Sistemas de Segurança e Saúde Ocupacional (OHSAS 18000);Normas de Sistemas de Gestão Social (SA 8000 / ISO 26000);Normas de Sistemas de Gestão de Riscos Organizacionais (ISO 31000);Critérios de Excelência do MEG – Modelo de Excelência em Gestão (FNQ / GESPÚBLICA); Arquitetura Estratégica Organizacional;Definição do Modelo de Operação – CANVAS; Gerenciamento por Indicadores – BSC;Mapeamento e Gestão por Processos – BPM (inclusive tendo escrito um livro com nome idêntico pela M. Books adotado como livro referência para a disciplina de Gestão por Processos em diversas universidades);Gestão de Vendas Complexas / Consultivas; entre outros.

Mas foi exatamente nesta perspectiva de experiência é que se justifica meu incômodo pessoal, que desde 1995 (portanto quando a Gauss Consulting Group tinha apenas 5 anos de vida) me gerou uma reflexão divisora de águas. Minha indignação não se fincava no questionamento da excelência de meus treinamentos técnicos e/ou projetos de consultoria, uma vez que meus cursos sempre foram muito bem avaliados, com mais de 97% de satisfação e quase nenhum fator de insatisfação, e meus projetos sempre foram também muito bem avaliados. Minha indignação era exatamente na eficácia parcial em meus projetos de consultoria (embora meu cliente não percebesse isto da forma quanto eu percebia) e na efetividade na implementação de longo prazo das técnicas que ensinava em meus cursos técnicos. Em realidade eram poucos os projetos que, depois de 1 ou 2 anos, as técnicas estavam realmente fazendo parte da rotina organizacional. E o que me mais me intrigava era que o cliente não tabulava o retorno sobre os investimentos na consultoria com o pragmatismo que eu mesmo esperava, ou seja, ele não se incomodava de ter aprendido algo e não o ter implementado com resultados a ser compartilhados com todas as partes interessadas. Em síntese, problemas que me escapavam da compreensão: simplesmente as pessoas não priorizavam as implementações daquilo que haviam aprendido. De lá para cá, cada vez com mais intensidade, tenho constatado que as capacitações acadêmicas e técnicas, quando lacunares (cada vez com menor incidência), são resolvidas com brevidade pois contam com cronograma estabelecido pelas áreas de RH, mas as capacitações comportamentais não são focos de preocupação das pessoas (nem tampouco das áreas de RH). 

A partir de todo este contexto é que abri minha segunda empresa, a Olho de Tigre – Inteligência Comportamental (www.olhodetigre.com.br), cuja origem do nome já detalhei anteriormente, que estabeleceu como missão o desenvolvimento humano promovendo experiências que oportunizem mudanças de comportamento para melhoria de resultados das equipes e das pessoas em quaisquer ambiências. O “Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano” (composto de três intervenções: CAC + CDC + OT IMMERSION foi desenvolvido a partir de meus estudos (e dos estudos de outras pessoas de nossa equipe), desde 1995, em técnicas preponderantemente de cunho neurológico (e não somente psicológico), a saber:Método SILVA de Controle Mental;Constelações Organizacionais e Familiares;Programação Neurolinguística – PNL;Emotologia e Emotopedia;Análise Transacional – AT;Aprendizagem Acelerativa e Alternativa (Photo Reading);Dianética;Neurociências e Física Quântica;Eneagrama;Processo Hoffmann da Quadrinidade e SAT; Tipos de Inteligência;Numerologia Pitagórica; Medicina Comportamental; Coaching / Mentoring;

Sabido tudo isto, ou seja, dado o contexto histórico sobre meus estudos e minhas pesquisas nestes dois ramos de conhecimento (excelência da gestão e ciências do comportamento) surge um tema que constituiu um dilema relevante para nossas operações na Olho de Tigre: Que tipo de resultados nossas intervenções sugerem? 

Claro que nossa origem é conquistar mudanças de comportamentos que possam desembocar na efetiva implementação dos grandes paradigmas que a excelência de gestão impõe. Se formos responder de forma pragmática e histórica, eu diria que nosso principal objetivo era a simples garantia de que as melhores práticas de gestão (todas muito paradigmáticas por conta da necessidade de modelos mentais totalmente diferentes dos atuais) seriam efetivamente implementadas nas mais diferentes organizações do Brasil e do mundo. Entretanto, a partir do tempo passando, descobrimos que os resultados extrapolavam, e muito, esta simples abordagem empresarial e capitalista. Descobrimos que pessoas melhores, tios/tias melhores, maridos/esposas melhores, filhos/filhas melhores, pais/mães melhores, donos/donas de cães melhores, (comportamentalmente falando), são a única forma de fazer líderes melhores como condutores da transformação do mundo e das empresas públicas e privadas. E descobrimos também, infelizmente, que o investimento destas pessoas em desenvolvimento COMPORTAMENTAL é zero, ou quase zero, ao longo da vida economicamente ativa de um ser humano. Um profissional bem-sucedido investe em média, ao longo de sua vida recursos relevantes para se capacitar academicamente (nível fundamental, médio e superior) e cursos técnicos específicos a profissão escolhida. Nada disto se refere ao desenvolvimento comportamental. O resultado é: LÍDERES TECNICAMENTE BRILHANTES, MAS COMPORTAMENTALMENTE MEDÍOCRES (ou até canalhas em alguns casos). 

Para complementar estas fundamentações, nossa equipe discutiu muito qual seria a “promessa” de nossas intervenções comportamentais sem que nos misturassem com as propostas superficiais, efêmeras e até fúteis (para não rotular como charlatanismo, irresponsabilidade ou mero oportunismo) tão frequentes no mercado. 

Os termos utilizados pelo mercado sempre são relacionados a SUCESSO, FELICIDADE, AUTO-AJUDA, SUPERAÇÃO DE LIMITES, LIBERTAÇÃO, ENRIQUECIMENTO FINANCEIRO, etc. O grande argumento e promessa de empresas que concorrem com a Olho de Tigre, algumas até mais antigas que a nossa, utilizam estas palavras-chave como “arma” de marketing, mas carecem de “alma” sincera e fundamentada sob o ponto de vista acadêmico e científico, o que sempre foi minha principal premissa. 

Entendo que o conceito de concorrente não é aquele que faz algo melhor ou igual a nós, mas aquele que “rouba” o nosso pedido, fazendo ou não a mesma coisa que nós. Nesta premissa um BUFFET DE FESTA INFANTIL concorre diretamente com o COMPLEXO DISNEY, mesmo que com propostas completamente diferentes entre si, pois a escolha dos pais com certeza levará em conta as duas alternativas para se gastar o mesmo dinheiro. Sei também que devemos fazer o que o cliente deseja, mas que muitas vezes este desejo do cliente é efêmero, questionável e até indecente. Em linhas gerais o cliente quer “ser emagrecido” e não fazer algo para “merecer” o emagrecimento, por isto é que vende tanto as inúmeras promessas de emagrecimento fácil, embora totalmente questionável. 

Felicidade ou plenitude, o que é mais importante para sua vida?

É por estas e outras que sempre foi um dilema para mim render-se ao mercado como ele é ou manter-me desconectado deste mundo e fazer algo realmente diferenciado. Optei definitivamente por não fazer o que todos fazem com promessas vazias e depoimentos forçados. Sempre desejei ser uma alternativa a tudo isto e, portanto, justifico abaixo os motivos que me fizeram NÃO adotar quaisquer palavras que o mercado adota com fartura:

SUCESSO é uma palavra de apelo capitalista e não atinge todas as pessoas da mesma forma, uma vez que o conceito de sucesso depende da perspectiva e da referência que cada pessoa teve ao longo de sua vida. Esta palavra é tão comum e tão utilizada de maneira fútil que utilizá-la também, mesmo que da forma correta, nos iria remeter a abordagens menos técnicas e sustentadas; 

FELICIDADE é outra palavra tão contingencial que simplesmente não pode ser definida com pragmatismo, sendo um conceito potencialmente muito diferente de pessoa para pessoa e ainda existe um tipo de FELICIDADE que simplesmente devemos evitar que é a FELICIDADE FUGITIVA, conceito que explicamos detalhadamente numa de nossas formações (CAC – Curso de Autoanálise Comportamental) e que consiste num tipo de felicidade que simplesmente valoriza fugir de tudo que nos é desconfortável, estimulando assim uma atitude padrão de subtração de experiências que não lidam bem com nada que seja frustrante, uma realidade que a vida com certeza vais nos impor em algum momento. Desta forma FELICIDADE não poderia também ser a nossa promessa;

AUTO-AJUDA é um termo que, em síntese, é absolutamente tudo se considerarmos que qualquer tipo de literatura tem como objetivo ajudar alguém em alguma área do conhecimento. O termo AUTO-AJUDA em inglês passa a idéia de qualquer literatura que possa substituir a intervenção terapêutica mais particular e personalizada. Como nossa abordagem é completamente contra isto, ou seja, nossa abordagem com intervenções teóricas e vivenciais (que constituem nosso Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano = CAC + CDC + OT IMMERSION) jamais substituirá outras abordagens, as vezes até médicas. Desta forma, embora este termo seja muito utilizado e provavelmente este livro possa estar armazenado na prateleira de autoajuda das livrarias, seria altamente inadequado;

O termo SUPERAÇÃO DE LIMITES remete àqueles treinamentos onde as pessoas passam por brasas quentes (que qualquer pessoa passaria sem qualquer preparo prévio, dada a velocidade utilizada), quebram madeiras (que qualquer pessoa quebraria dado o preparo especial das tábuas padrão utilizadas), pulam de altas alturas, utilizam abordagens outdoor, comem alimentos exóticos, sobrevivem a circunstâncias de selva, etc. Como simplesmente não utilizamos nada disto, embora façamos as pessoas superarem limites muito maiores que estes, mas sem utilizar destas prerrogativas enganosas, esta terminologia não nos representa em absolutamente nenhum aspecto, portanto também altamente inadequado; 

Inicialmente a palavra que nos restou para utilizar como promessa era LIBERTAÇÃO, mas confundia-se infelizmente com as iniciativas eminentemente religiosas e conflitava com uma de nossas premissas que sempre foi o ecumenismo de nossas abordagens. Tomamos tanto cuidado com isto que evitamos o uso da palavra DEUS em qualquer texto oficial de nossas intervenções, assegurando assim que quaisquer pessoas, com denominações religiosas diferentes, pudessem perfeitamente participar de nossos cursos numa mesma turma sem nenhum tipo de problema ou constrangimento. Nossa abordagem musical, por exemplo, utilizada em nossos treinamentos vivencias de alto-impacto é dotada de alta tecnicidade e embasamento acadêmico (quem conduz toda nossa trilha sonora é um profissional com mestrado em música) não utiliza qualquer referência sonora que tenha sido formalmente utilizada em algum ritual religioso pois caracterizaria uma tendência que não queremos passar. Nossa abordagem musical obedece a fundamentos muito sofisticados e se configura (hoje) como um de nossos grandes diferenciais. Sendo assim a palavra LIBERTAÇÃO estava descartada também, embora fosse bastante adequada se todos a interpretassem com a base científica que nos suporta. 

A partir de então a palavra que emergiu, depois de muita pesquisa e rigor, foi PLENITUDE. Esta palavra carrega perfeitamente nossa missão e abordagem eminentemente científica com foco em neurociências e neurologia. A palavra PLENITUDE representa que tão importante que chegar a algum lugar, talvez até mais importante, seja simplesmente percorrer o percurso para chegar a algum lugar ou estado emocional, vivendo cada segundo com a PLENITUDE total. A PLENITUDE assegura todas as demais palavras e caracteriza que o percurso PRECISA ser percorrido integralmente, com paciência e disciplina, sem pular absolutamente nada. 

Estas 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE que integram nosso livro e constituem a base dos treinamentos para desenvolvimento da inteligência emocional contribuem na conquista da PLENITUDE nas mais diversas ambiências (pessoal, profissional, social, familiar, financeira, etc.) e guardam as possibilidades de diversas perspectivas de resultados nas ambiências empresariais (pública, privada ou do terceiro setor). As chamamos de LEIS e não de regras, tópicos, fatores, quesitos ou outros termos que poderiam ser considerados assemelhados porque o significado de LEI é mais adequado para o conteúdo que está sendo compartilhado aqui. Gramaticalmente LEI é um substantivo feminino que defende um princípio, um preceito, uma norma, criada para estabelecer regras que devem ser seguidas, uma espécie de ordem (do Latim “lex” significa “lei” – uma obrigação imposta). No sentido científico, lei é uma regra que estabelece uma relação constante entre fenômenos ou entre fases de um só fenômeno. Através de observação sistemática, a lei descreve um fenômeno que ocorre com certa regularidade, associando as relações de causa e efeito, como por exemplo, a Lei de Gravitação Universal ou a Lei de Ação e Reação, determinadas por Isaac Newton. 

Durante todo processo de criação do treinamento vivencial OT2 RISING balizamo-nos como fonte inspiradora no livro A LEI DO TRIUNFO. Esta literatura foi escrita, por Napoleon Hill, há muitas décadas atrás e, apesar do tempo, traz em suas páginas conceitos atualíssimos e de forte aplicação para o “sucesso” de quem os seguem. A importância desta obra foi amplamente considerada na construção destas 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE. Quando desenvolvemos o Treinamento OT IMMERSION (uma junção dos antigos OT1 AWAKE + OT2 RISING) era momento de complementar as LEIS DO TRIUNFO de Napoleon Hill com nossa experiência lidando com o tema Desenvolvimento Humano desde 1995. Neste período tivemos contato com diversos outros mecanismos complementares que podem ser hoje considerados LEIS UNIVERSAIS e que PRECISAM ser “compreendidas” tanto no nível cognitivo / intelectual, mas também e principalmente “sentidas” no nível da memória muscular e sensorial mais subliminar e vivencial. Foi por conta deste aprendizado todo, que em essência foi fruto de estudo dedicado, é que desenvolvemos cursos teóricos sobre Ciência do Comportamento. 

Desenvolvemos então nossa primeira iniciativa de conteúdo teórico por meio do CAC – Curso de Autoanálise Comportamental (https://olhodetigre.com.br/curso_de_analise_comportamental/) que consiste num curso totalmente on-line (pela internet) dotado de diversas videoaulas contendo abordagens introdutórias sobre diversas técnicas que estudamos para suportar nossas dinâmicas de alto-impacto nos treinamentos vivenciais (OT IMMERSION e OT CORPORATE) e também em nossas atividades de Coaching, Menthoring e de Consultoria em Diagnóstico de Cultura Organizacional. Inicialmente disponibilizamos 11 videoaulas (desde 2015), mas à medida que continuamos nossos estudos acrescentamos mais videoaulas que estarão sempre disponíveis aos alunos que foram matriculados até então.

Foi depois do CAC que decidimos ampliar as 16 Leis do Triunfo para as 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE que seriam trabalhadas em nosso novo OT IMMERSION. Por tratar-se de conteúdo inovador e que também merecia algum aprofundamento teórico surgiu então nosso CDC – Curso de Desenvolvimento Comportamental (https://olhodetigre.com.br/curso-de-desenvolvimento-comportamental/) que também consiste num curso totalmente on-line (pela internet) dotado de 30 videoaulas com explicações detalhadas de cada LEI com sua respectiva ARA (Atividade para Reflexão Ativa), um exercício prático para aplicação da mesma.

É altamente recomendado você consolidar sua formação acrescentando ao OT IMMERSION estes dois cursos a distância (CAC + CDC) conferindo ao profissional a chancela DHBI – Declaration of Human Behavior Improvement que nada mais é do que a evidência de que a pessoa enfrentou com êxito e completude o que denominamos hoje de Método Olho de Tigre de Desenvolvimento Humano. Veja no link os “mimos” que um DHBI recebe de nossa empresa: https://olhodetigre.com.br/dhbi-declaration-of-human-behavior-improvement/.

Enfim, as abordagens que apresentaremos no livro as 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE (cujas videoaulas de cada lei estão disponíveis em nosso CDC e cuja prática pode ser exercitada em nosso OT IMMERSION) não são meras sugestões, portanto segui-las adequadamente pode ter impactos significativos em sua existência. Pode ser que, com o tempo, estas 30 LEIS sejam complementadas por outras que eu venha a aprender futuramente, entretanto neste momento entendo que estas sejam as LEIS que efetivamente farão uma espetacular diferença na vida das pessoas. Devemos, no mínimo, refletir e aprender mais sobre estas 30 LEIS DO OLHO DE TIGRE. São fruto de um profundo processo de investigação e experimentação. Considerá-los mero acaso seria um equívoco.

 Orlando Pavani Júnior